quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

A recordação mais especial

Há dois meses e meio que não amamento. Não me sinto triste. Foram momentos bonitos que guardo na caixinha das recordações do coração, como tantos outros. Apesar de não ter chegado nem perto dos seis meses recomendados, amamentei o Marco durante muito mais tempo do que a Mel e só isso já me valeu toda uma nova experiência. Se sinto saudades? Às vezes. Sou muito prática e vejo a amamentação como algo bonito, sim, no meio de um oceano de coisas bonitas na maternidade. E há tantas formas de criarmos laços com o nosso bebé! De o termos junto a nós, de sentirmos o cheiro, a pele com pele, o amor



Como disse, foi uma fase bonita para mim e por isso quis fazer algo para a recordar para sempre. Algo palpável. Muitos de vocês possivelmente já ouviram falar das jóias de leite materno. São peças feitas a partir do nosso leite - que passa por todo um processo de tratamento até chegar à jóia final. Podemos fazer brincos, anéis, colares, pulseiras. Eu fiz um pendente com o meu leite. Com o leite com que amamentei a Mel e o Marco. Nem vos conto a tortura que foi tirar aquela amostra de leite com a bomba, porque nunca consegui extrair nada de jeito enquanto amamentava. Enviei tudo por correio e passado um tempinho recebi em casa a minha peça. Esta que estou a usar na foto. 



Uso-a muitas vezes. Acho-a bonita, elegante, para além de todo o simbolismo que carrega. Quando encomendei este pendente, pedi também uma daquelas contas de Pandora feita com o meu leite e o cabelinho dos miúdos - da Mel e do Marco. Ficou linda! Uso-a também com fio, ao pescoço. Espreitem os meus stories para ver melhor os dois modelos! 

Quem me fez estas peças foi a Marky Baby - Jóias de Leite Materno. Eles têm dezenas e dezenas de modelos à escolha para criarmos as nossas peças especiais. Podemos fazer algo com o leite materno e o cabelo do nosso filho, só com o leite materno ou só com o cabelinho (para quem não amamenta). Esta última opção até é uma bonita prenda para oferecer a uma avó ou madrinha (por exemplo, a tal conta de Pandora). Deixo-vos aqui a página de facebook e a loja online, para que possam espreitar. 

Rita

domingo, 10 de fevereiro de 2019

A Mel foi ao Teatro!

Das últimas vezes em que estivemos de férias nas caraíbas, a Mel adorou ver os espetáculos dos resorts. Fossem eles mais infantis ou direccionados para toda a família, ela ficava coladíssima a ver o espetáculo. Como vimos que aguentava bem a assistir a tudo do início ao fim, comentámos que um dia destes a íamos levar ao teatro. Pois bem, ontem foi o dia!

O Teatro Sá da Bandeira dispensa apresentações. É um dos pontos emblemáticos da cultura e lazer do nosso Porto e tem uma sala de espetáculos linda! Foi lá que levámos a Mel. Fomos ver o Tarzan, um musical direccionado para os mais pequenos e perfeito para um programa em família. Fui eu e o Mr. Right, a Mel e os primos. 







A Mel viu o espetáculo todo no colo do pai (apesar de o teatro ter uns assentos elevatórios para as crianças, como mostro numa foto abaixo). Adorou cada momento. Estava com receio que ela se cansasse e quisesse sair a meio (ou logo no início), mas não, viu o musical até ao fim toda contente. Sempre que apagavam as luzes do palco para mudar de cena, ela batia palmas :) 







O espetáculo está muito giro. Houve dança, música e muitas canções. É da Vivonstage e os artistas cantam ao vivo ao longo de todo o musical. Já fizeram outros musicais como o Peter Pan e A Pequena Sereia. É perfeito para irmos em família com os miúdos, o espetáculo é para crianças a partir dos 3 anos. No final, podem tirar fotografias giras e conviver um bocadinho com os atores. Vale mesmo a pena irem ver, por isso deixo aqui as próximas datas de exibição no Teatro Sá da Bandeira: 

16 Fevereiro (sábado) - 16h00
17 Fevereiro (domingo) - 11h30
23 Fevereiro (sábado) - 16h00
24 Fevereiro (Dom) - 11h30
02 Março (sábado) - 16h00
03 Março (domingo) 11h30
09 Março (sábado) - 16h00
10 Março (domingo) - 16h00

Podem comprar na bilheteira do teatro ou por exemplo aqui, na Ticketline.




quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

O parto do Marco

3 de Setembro de 2018

Estava cansada. Perto do final da gravidez, com a barriga a pesar e depois de muitas noites sozinha em casa com a Mel, estava cansada. O Mr. Right estava a trabalhar nessa noite e eu pedi aos meus cunhados para ficarem com a Mel, para tirar uma noite de "folga". O bebé nascia dentro de uma semana por isso calculei que essa seria a minha última noite sozinha em casa. Aproveitei o tempo para relaxar ao máximo. Tomei um bom banho de imersão, encomendei uma pizza e vi um filme. O Mr. Right chegou e, pouco depois, fomos dormir. 

4 de Setembro de 2018

Acordei precisamente no momento em que as águas me rebentaram e pensei "f*dasse". Outra vez não. Olhei para o telemóvel e senti um arrepio. Eram 5h30. Precisamente a mesma hora a que me rebentaram as águas dois anos antes. Precisamente no mesmo dia. How creepy is that? Chamei o Mr. Right e disse-lhe que me tinham rebentado as águas. Ele começou-se a rir, eu só queria chorar. Não queria nada, nada um parto induzido outra vez. Ele tranquilizou-me, disse-me que não havia dois partos iguais, e que o segundo costuma ser mais rápido. Lá assenti e fui fazer a mala da maternidade - que tal como da primeira vez não estava feita - enquanto alagava a casa. Estava cheia de adrenalina. A caminho do hospital enviei mensagem para a família. 

Cheguei ao hospital e fui atendida na triagem pela mesma enfermeira trombuda que me viu dois anos antes. Dejá vu. Partilhei com ela esse facto, entusiasmada, e ela respondeu-me um "que engraçado" em tons de "estou-me a cagar". Fui vista pelo médico e confirmava-se. Tinham-me rebentado as águas mas não tinha entrado em trabalho de parto. Fui para o CTG e depois chegou o momento que mais receava: tive que despedir-me do Mr. Right. Tive o Marco no Hospital público de Gaia, tal como a Mel, e não tenho nada a apontar excepto o facto de não podermos estar acompanhadas na sala das expectantes - ou seja, desde que damos entrada no hopital até irmos para a sala de partos. Pode ser uma longa e solitária caminhada. Para mim foi, das duas vezes. 

Subi para o meu quarto, arrumei as coisas e esperei. A minha obstetra estava a fazer urgência no hospital e foi ver-me. Disse que me iam induzir o parto, tal como quando foi com a Mel. Naquele momento só pensava que não ia conseguir estar com a Mel no dia de anos dela, no dia seguinte, porque iria estar internada com o bebé. Que não ia conseguir fazer o bolo para ela levar para a escolinha. Chorei. Estava triste, ansiosa e com medo. Esperei, esperei e desesperei. Dei entrada nas urgências às 6h30, subi para o quarto por volta das 8h e depois do almoço ainda não tinham começado a indução. Mas estavam à espera do quê, afinal? Questionei uma enfermeira, que me explicou que o médico estava a tentar perceber se as coisas iriam fluir de forma natural, uma vez que era o segundo parto. Nop, não ia acontecer. 

Deram-me o primeiro comprimido já a tarde ia a meio. Entretanto a Mel ia passar a noite a casa dos padrinhos, para o Mr. Right estar livre para vir ter comigo quando fosse a hora, e pus-me a fazer a lista do que ela precisava de levar. Liguei à minha mãe e pedi para ela fazer o bolo da escolinha da Mel; liguei à cakedesigner e avisei que iamos adiar a festa de aniversário, e que só íamos buscar o bolo no fim de semana; e ainda publiquei uns anúncios de emprego para a empresa para a qual trabalho. Nisto as contrações começaram a chegar. A cada comprimido que tomava tornavam-se mais fortes, mas nada de dilatação. Exatamente como quando foi com a Mel. Estava a ver a história a repetir-se e estava super frustrada. Caminhei muito, tomei longos banhos quentes, saltei na bola de pilates. Sentia-me sozinha. É mesmo uma merda não podermos estar acompanhadas numa fase tão frágil e decisiva para nós. Ainda bem que em tantos outros hospitais não funciona assim. Passei a noite com dores e desanimava de cada vez que vinham fazer-me o toque e diziam que a dilatação não estava muito avançada. Já só sonhava com a epidural. 

5 de Setembro de 2018

A minha médica veio ver-me e eu fui-me abaixo. Desatei a chorar. Não era suposto estar a acontecer tudo outra vez, não queria passar novamente por um parto induzido e lento. Era o dia de anos da minha filha e eu ali, sozinha, cheia de dores e sem saber quando aquele bebé poderia nascer. Já só pensava que aquilo iria acabar numa cesariana. Não sei ao certo se foi o que se passou mas acredito que a minha médica tenha falado com a equipa para acelerar o processo porque, pouco depois da nossa conversa, uma equipa de médicos veio falar comigo e disse-me que ia para a sala de partos. Iam dar-me a epidural e fazer uma nova indução - intravenosa. Até vi estrelas. 

Era meio-dia quando me deram a epidural. Já sabia ao que ia e mal a anestesista entrou, sorri para ela como se fosse uma grande amiga minha. Senti uma picada e uma sensação de "vidrinhos" a correr pela espinha. Peanuts, comparado com as dores das contrações. O Mr. Right entrou na sala de partos pouco depois. Finalmente ele estava ali, comigo. De repente ficou tudo bem. A anestesista disse-me que se precisasse de mais era só chamá-la e eu pensei mesmo que se poderia tornar uma grande amiga (lol). As dores passaram. Consegui conversar, rir e finalmente descontrair um bocadinho. Perguntei pela Mel, estava na escolinha. A minha mãe tinha feito o bolo de aniversário, estava tudo bem. 

Passado uns quinze, vinte minutos as contrações voltaram e eram cada vez mais fortes. Chamei a enfermeira que por sua vez chamou a anestesista. Deu-me mais uma dose. Aliviou-me. Passado uns minutos começo a sentir umas dores horríveis abaixo da vesícula. Gritei pela enfermeira, perguntei-lhe o que se passava. Ela examinou-me e disse-me que era o bebé a posicionar-se para o parto. Estava a fazer pressão e não havia epidural que me pudesse tirar aquelas dores. F*dasse. Como assim vou aguentar isto até a criança nascer? O que me valeu foi que as coisas foram mais rápidas desta vez, muito provavelmente por causa da segunda indução. De repente já tinha seis dedos de dilatação, sete... estava cada vez mais perto. Lembro-me quando comecei a ter vontade de puxar. Também me lembro de estar muito cansada. As contrações eram muito frequentes e fortes mas eu chegava a adormecer entre elas. Fechava os olhos e passava pelas brasas durante segundos para depois fazer força novamente. Vomitei, tal como no parto da Mel. Desta vez não gritei tanto com o Mr. Right, mas gritei no parto, sim. Desta vez não me mandaram calar. Aliás, desta vez fiquei mesmo feliz com a equipa que me calhou. Só tenho a agradecer todo o carinho e profissionalismo com que aquelas enfermeiras e médica me trataram. Foram firmes quando tinham que o ser, mas também foram carinhosas e solidárias. Foram mulheres. Lembro-me de dizer que já não conseguia mais, estava mesmo muito cansada, mas disseram-me que estava quase. Lembro-me da médica se levantar do banco junto aos pés da minha cama e vir para o meu lado, dar-me a mão, encostar o rosto dela ao meu e contar comigo as contrações. Perdi a noção do tempo que se passou até que fiz toda a força que consegui e depois senti um alívio enorme. Às 15h22 disseram-nos "é um rapaz!" e eu olhei para o Mr. Right e ri. Estou a escrever isto e a chorar porque é realmente um dos momentos mais importantes da vida de uma mulher. De uma mãe. De um pai. De uma família. Nós não quisemos saber o sexo do bebé até ao parto e foi tão mais emocionante assim. Pedi que mo colocassem no meu peito assim que nascesse porque não tinha tido esse pele com pele com a Mel e era tudo o que mais queria. Assim o fizeram. Depois de um momento de namoro, o Mr. Right cortou o cordão umbilical. Nem pensei que isso fosse possível porque decidimos criopreservar as células estaminais e pensava que teria que ser a médica a fazê-lo. Fiquei feliz. Foi um momento bonito. Depois de sair a placenta prepararam-se para me suturar (fizeram-me uma episiotomia e, sinceramente, não sou nada contra). Demoraram imenso tempo a coser-me porque a médica estava a ensinar outra a fazê-lo mas acabou por ser bom porque foi super meticulosa e ficou top e eu aproveitei para descansar. O Mr. Right foi fumar um cigarro. Depois do parto senti muito, muito frio. Lembro-me como se fosse hoje. Uma das enfermeiras foi buscar as mantas quentes com que acolhem os bebés mal nascem e colocou-as em cima de mim para me aquecer. Saí da sala de partos para o recobro e o Marco estava ali ao meu lado, pequenino e bonitão. Tínhamos mais um bebé, caraças. E tinha nascido precisamente no dia de anos da irmã. Tirámos uma selfie e mandámos à família. 

Passado umas horas, o Mr. Right foi buscar a Mel à creche e foram visitar-nos. Estava tão ansiosa. Entrou no quarto, viu-me e correu até mim. Eu levantei-me, peguei nela ao colo e dei-lhe os parabéns. Disse-lhe que tínhamos uma prenda muito especial para ela. Disse-lhe que o maninho tinha nascido. Levei-a até ao berço do Marco e ficámos a vê-la admirá-lo. Peguei no Marco e ela cheirou-o e beijou-o. Pediu para pegar nele e nós deixámos. De repente, passámos a ser quatro. 

Rita

Marco pela lente de Contam'Estórias Fotofrafia

Outras coisas que podem querer ler:
O Parto da Mel - Parte 1 e Parte 2
...
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Entretanto, sê feliz como eu, entre fraldas e mojitos!

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Ser mãe de menino


Ser mãe de menino é apaixonar-se desde o primeiro dia. É passar a amar dois homens, em simultâneo, para toda a vida. Ser mãe de menino é lidar com chafarizes de xixi. É aprender que não podemos mudar fraldas no sofá ou na cama, sem correr riscos. Ser mãe de menino é muito mais que viver um mundo azul. É descobrir um universo de novas cores.
Ser mãe de menino é aprender o equilíbrio perfeito entre a força e a sensibilidade. É crescer a brincar às lutas e aos super heróis mas ensinar que também podemos chorar. Ser mãe de menino é aprender sobre uma parte do corpo que desconhecemos. Na verdade, é uma aprendizagem para o resto da vida.

Ser mãe de menino é apaixonar-se pelo mesmo rapazola todos os dias. É olhar para ele e imaginar quem será a sortuda - ou sortudo - que o irá conquistar. Ser mãe de menino é educar um futuro namorado, marido, e, possivelmente, pai. Um menino respeitador, justo, honesto e apaixonado. Ser mãe de menino é criar o príncipe encantado de alguém.

Rita


quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Sugestões de presentes de última hora!

O Natal é já para a semana e eu ainda não comprei todos os meus presentes de Natal. Mais alguém como eu desse lado? Começo sempre a comprar presentes em novembro e digo para mim mesma "este ano é que vai ser, vou despachar logo tudo" mas acabo sempre por comprar presentes à última da hora. Como muitas vezes já não temos ideias e não sabemos o que comprar, deixo-vos aqui uma lista de presentes (para todos os bolsos) para aqueles que, tal como eu, andam à última da hora a comprar as prendas de Natal. Vamos conseguir, pessoal!


Cama de bonecas - Ikea
14,99€


Livro para bebé Crocodilo e girafa - Yoyo Books
10,79€
(à venda na Fnac)


Cavalete - Ikea
19,99€
(de um lado é quadro negro, do outro tem quadro branco. Há também em azul e rosa)


Babete com mordedor - Cheeky Chompers
16,95€
(vários modelos à venda nas lojas Zippy)


Cozinha de brincar - Ikea
89€


Dados para contar histórias - Tiger
4€


Kit Giotto Bebé - Giotto
27,99€
(à venda na Fnac e El Corte Inglés)

Lua de peluche com luz noturna - NICI
19,99€


Registadora de brincar - Ikea
14,99€


Agente Blip - Educaborras
39,99€
(à venda na Toysrus e El Corte Inglés)


Gift Box Toalhitas e Mordedor - WaterWipes
19,99€
(à venda nas farmácias, Well's, Jumbo e Pingo Doce)



Rolo 10 metros para colorir - Ikea
5€


Livro O Meu Primeiro Desliza e Descobre - Yoyo Books
7,99€
(à venda na Fnac)


Entretanto vou deixar no instagram - nos stories - mais ideias de presentes! 

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Os animais também foram de férias!

Como sabem, há uns dias estivemos todos de férias no México (podem ver tudo aqui). Passámos uma semana maravilhosa nas caraíbas e os nossos três patudos, o Artur, o Ziggy e o Koy, não podiam ficar sozinhos em casa. 

Das últimas vezes que fomos de férias, houve sempre alguém da nossa família que ficou cá em casa - a viver - e a tomar conta deles. Acabou por ser a solução mais cómoda para eles e mais económica para nós. Mas também sabemos que não é a situação ideal para quem vem cá para casa e, por isso, desta vez decidimos experimentar pela primeira vez um hotel para animais. Vou ser sincera, nunca achei muita piada a hotéis para animais. Sempre tive aquela ideia pré-concebida de que os animais ficam fechados o dia inteiro em compartimentos minúsculos, a sentirem-se sozinhos e tristes. Por outro lado, há imensa gente que deixa os seus animais em hotéis e eles existem por uma razão. Queriamos experimentar para poder dar o nosso próprio feedback. Felizmente esta experiência fez-me mudar totalmente de ideias.



Primeiro fizemos uma pesquisa para arranjar o melhor hotel para os deixar. Encontrámos um com ótimas avaliações, o que nos deixou logo mais descansados. Fizemos então a reserva para o Artur, o nosso são bernardo, e o Koy e o Ziggy, os nossos dois gatos, no Pet Hotel Gaia. Tínhamos algum receio relativamente ao espaço reservado para o Artur, por isso decidimos alugar uma box grande com espaço exterior. 

(não fotografámos a box por isso deixo-vos umas imagens do site do hotel)


Para os gatos escolhemos dois quartos com janela. Também tínhamos a possibilidade de os deixar juntos e alugar um só quarto (até ficava mais barato), mas os gatos estranham muito mais quando estão num ambiente desconhecido. Como não sabia como se iriam comportar (já têm um historial de picardias aqui e ali), preferimos mantê-los separados. 




Correu tudo muito bem, pelo que pudemos constatar e pelo feedback da equipa do hotel. O Artur deu dois passeios diários (ele dá-se bem com outros cães por isso era mais simples, se forem cães mais temperamentais eles fazem passeios individuais). Não veio mais magro nem com ar triste nem maltratado. Aliás, ainda lhe marcámos um banho para o último dia, para chegar a casa super cheiroso (melhor decisão de seeeempre. Vinha com o pelinho super branquinho e a cheirar a flores ahah a Mel não o largava). Quanto aos gatos, também lidaram muito bem com a situação. O primeiro dia foi mais tremido, estavam a tentar perceber o que se passava, a conhecer o espaço, mas depois ficaram numa boa. Cada um no seu quarto privado com janela (luxo). O espaço exterior do hotel também é super porreiro, grandes relvados para os animais passearem. São campos com cerca a toda volta com equipamento para eles brincarem e fazerem exercícios! Têm também Clínica Veterinária e o staff é muito porreiro. 

Gostámos muito e ficámos com uma excelente opção para situações futuras. Vamos voltar a deixá-los lá, sem dúvida! Partilho isto convosco porque sei como é difícil encontrar um local de confiança onde tratem bem os nossos animais - que é como quem diz, a nossa família. Se são daqui do grande Porto, já sabem, fica a dica! 

Rita

Pet Hotel Gaia
 R. Mata, 798

   4430-279 Vilar de Andorinho,

Vila Nova de Gaia

 227840230
https://pethotelgaia.com


segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

A melhor coisa para viajar de avião com os miúdos!

Como sabem, na semana passada fomos de férias para o México! Nós e os miúdos. Podem ler tudo sobre as nossas férias aqui. Partimos do Porto até Madrid, onde fizemos escala, para depois embarcar rumo a Cancún. O voo Madrid-Cancún ainda é longo, para lá foram mais de doze horas e para cá foram oito horas.

Aqui há uns tempos escrevi um post com dicas para viajar de avião com bebés e crianças. Podem lê-lo aqui. Hoje venho falar-vos da melhor coisa de sempre para quem anda de avião com a pequenada: a BedBox! Já conheço isto há algum tempo mas ainda não tínhamos comprado porque a Mel era pequenina e ainda viajava no nosso colo (e tinha direito a berço a bordo do avião). Agora que já paga bilhete como nós e tem o seu próprio lugar no avião, a BedBox passou a fazer todo o sentido e tornou-se essencial nas nossas viagens!



Então mas o que é isso?, perguntam vocês. Pensada especialmente para as crianças, a BedBox da JetKids é uma mala de viagem que se transforma numa caminha a bordo do avião. Montada leva um um colchão de 74cm, super confortável, que permite que os miúdos descansem confortavelmente e durmam durante os voos, coisa que não poderiam fazer num típico assento de avião (a não ser que viajem em primeira classe, claro!). Ou então um de nós (pais) passa o voo super desconfortável com o miúdo ao colo. Not cool. Para terem uma ideia, a Mel no voo de regresso adormeceu pouco depois de descolarmos e só acordou quando os hospedeiros de bordo anunciaram a aterragem (com direito a biberão quentinho na bedbox e tudo). 




A mala é super gira e facilita muito nos percursos do aeroporto, uma vez que os miúdos podem andar montados nela a deslizar de um lado para o outro. A Mel não queria outra coisa, achou um piadão! Ah, e também podem ser eles a levar a própria mala, puxando-a com uma fita, o que nos alivia imeeenso. 



Outra característica muito porreira desta mala é que ainda tem algum espaço de armazenamento, mais concretamente 20Litros. Podem levar lá as coisinhas deles, para terem logo à mão durante a viagem de avião. A Mel levou lá dentro o estojo e o livro de colorir, um livro, as plasticinas, polpas de fruta e um peluche. A mala vem ainda com imensos autocolantes super giros (alusivos a viagens/férias) para que os miúdos possam decorar o seu exterior. Eu para já tenho-os guardados porque a Mel ainda é pequenina e dava cabo deles em três tempos. 



Mesmo quando não dormem durante o voo, a BedBox dá imenso jeito porque o colchão impede que os brinquedos estejam sempre a cair ao chão. Quem viaja com os miúdos sabe do que falo, é uma secaaaa. Temos que andar de rabo para o ar à procura disto e daquilo que caiu e rolou para debaixo do assento ao lado (quando não vai parar três filas atrás). O colchão pode ir à máquina de lavar e secar, o que é ótimo. 



A BedBox é recomendada dos 3 aos 7 anos. Claro que é um investimento que compensa para quem viaja de avião com alguma frequência, como nós. Para quem tem mais do que um filho ainda é melhor porque podem partilhar. Atualmente, praticamente todas as companhias permitem o uso da BedBox. Em todo o caso, deixo-vos aqui a lista para que possam consultar. É considerada mala de mão, por isso as crianças podem levá-la com elas sem problema.



Já conheciam? Não é incrível? 

Rita