quinta-feira, 15 de novembro de 2018

A Mel não reagiu muito bem à chegada do Marco

Antes do Marco nascer já sabíamos que não ia ser tudo um mar de rosas. Acho que, acima de tudo, estávamos curiosos para ver a reação da Mel. Como ela iria reagir à nossa nova realidade, connosco, mas sobretudo como é que ela se iria comportar com o Marco. 

Assim que o conheceu no hospital (partilhei convosco o vídeo há uns dias) criou logo um grande laço com ele. Afeiçoou-se muito ao Marco desde o primeiro instante e o carinho que nutre por ele está à vista de todos. Na verdade, derrete-nos o coração. É super hiper mega carinhosa, adora abraçá-lo e dar-lhe beijinhos. Também gosta de esborrachá-lo - quem não gosta? Os bebés são deliciosos - e aí temos que ter alguma supervisão, ahah. Quando o Marco chora vem avisar-nos, preocupada, e toma logo a iniciativa de lhe colocar a chupeta na boca. Também costuma pôr um bocadinho de aero-om quando ele chora muito (nós dissemos-lhe que era o remédio do mano e ela não faz a mínima ideia de que aquilo é doce). Chega da escola e vem a correr enchê-lo de miminhos. Chama-o de "fofinho", canta e brinca com ele e deixa muitas vezes um peluche dela ao lado dele para lhe fazer companhia, quando está a dormir. Às vezes vamos no carro, eles no banco de trás, lado a lado, e o Marco começa a chorar. Ela diz-lhe sempre "Tou aqui, Marco", "Já passou, Marco". E nós derretemos de amor. 

Connosco as coisas passaram-se de maneira diferente. Desde que o Marco nasceu, a Mel começou a fazer mais birras. Aquele "choro" sem lágrimas, sabem como é? Pede-nos mais vezes colo, muitas das vezes quando vê que estou com o Marco ao colo ou a dar-lhe de mamar. Deixou de fazer a rotina dela cá em casa com a leveza que fazia anteriormente. Na hora do banho, birra. Para ir dormir, birra. Mas o pior foi às refeições. A Mel que sempre comeu tão bem começou a fazer birras para comer. Mal a sentávamos na mesa dizia que não queria comer, cruzava os braços, virava-se para trás e só depois de muito suor (nosso) e muita imaginação é que lá conseguíamos que jantasse. E não comia tudo. Na escolinha continuava a comer a refeição toda normalmente portanto percebemos que o problema era connosco. Foi cansativo e frustrante. Ultimamente tem estado muito melhor e parece estar a voltar ao que era. 

Sabemos que é uma fase nova para ela e também não estávamos à espera que ela lidasse com tudo isto sem apresentar qualquer sinal de desconforto. Tudo isto são chamadas de atenção e não as tomamos de ânimo leve. A verdade é que a Mel ainda é muito pequenina e nestes dois anos sempre teve a atenção toda virada para ela. Agora tem que dividir o tempo e os mimos com o irmão. O que temos feito é mostar-lhe que continuamos aqui para ela, para lhe dar colo, brincar e ensinar. Quando o Marco está a dormir vou para o quarto dela e brincamos, só as duas. Noto que ela valoriza esses momentos e ainda bem, porque eu também! Tentamos incluí-la nos cuidados com o Marco (e ela gosta!) para que sinta que somos todos uma família. Pessoalmente, estou super feliz por ela ter tido esta reação menos boa connosco, no dia-a-dia, e não com o Marco. Podia ter lidado com ele de uma forma totalmente diferente, sendo ciumenta e até mesmo agressiva. Pelo menos com ele, ela é maravilhosa. O resto irá ao lugar, tudo a seu tempo. Tudo ao tempo dela.

Rita 

Foto maravilhosa do Contam'Estórias Fotografia

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Há guerreiras desse lado?!

Ponha o dedo no ar quem, infelizmente, tem ou já teve uma familiar ou amiga com cancro da mama. Eu já. É uma doença filha da mãe e as mulheres que passam por ela são verdadeiras guerreiras! 

E por isso queria dar-vos a conhecer uma campanha solidária que tem como objetivo apoiar todas estas mulheres guerreiras. A ação é desenvolvida pela Dama de Copas - a minha loja de lingerie preferida de todo o sempre - e pelo Fundo iMM-Laço. Todas as mulheres são bonitas e têm o seu valor, com todas as suas experiências e marcas de vida. O cancro da mama continua a ser o tipo de cancro mais comum entre as mulheres e, por isso, é importante
encontrar soluções que o combatam. A descoberta de uma cura é crucial e o investimento em investigação científica é fundamental para encontrar esse caminho. Por isso, até dia 31 de Dezembro, por cada soutien desportivo vendido, a Dama de Copas doa 10% do seu valor para o Fundo iMM-Laçoque apoia anualmente projetos de investigação na área do cancro da mama, procurando assim dar resposta a milhares de mulheres que todos os anos são diagnosticadas com esta doença.

Porquê o soutien desportivo? 
Todas as mulheres que enfrentam o cancro são autênticas guerreiras. O soutien desportivo é o aliado perfeito para todas as mulheres que lutam. É um modelo forte e resistente, que protege a mama face aos exercícios mais árduos e de maior impacto. A Dama de Copas tem muitíssimos modelos, com ou sem aros, com copa moldada ou mole e em várias cores e padrões. Têm disponível nos tamanhos 28 ao 46 de costas e das copas B à J! O soutien desportivo é um modelo ótimo para mulheres que passaram pelo cancro da mama pois, sendo mais coberto, funciona perfeitamente para próteses ou simplesmente para proteger mais o peito.

Eu não podia passar ao lado desta campanha solidária e já tenho o meu. Escolhi o soutien desportivo Coral, sem aros, porque nesta fase de pós-parto é o mais confortável para mim. Ah, e não ando no ginásio. Aliás, sabem qual é o meu verdadeiro exercício físico diário? Estes dois. A verdade é que um soutien desportivo é super prático para estar em casa ao fim de semana, quando passamos o dia todo com os miúdos, ou quando tiramos umas horas para as tarefas domésticas. Ele é tão confortável que podemos usá-lo para muito mais do que uma aula de cycling. 


Para terminar, queria só deixar a indicação que a Dama de Copas têm um serviço chamado "Bra Fitting Rosa". Isto é, têm nas lojas soluções para as mulheres que já passaram pelo cancro da mama. O aconselhamento do soutien certo é gratuito e feito tendo em conta o tipo de cirurgia que a mulher fez: uma cirurgia conservadora da mama, uma mastectomia ou uma reconstrução mamária. Para diferentes casos haverá diferentes necessidades de soutiens (por exemplo, com ou sem aros) e talvez até de uma prótese mamária. Têm soutiens já adaptados para próteses mas qualquer modelo pode ser adaptado para tal, incluindo a linha de banho (biquinis!). 

Rita 

sábado, 3 de novembro de 2018

"Estás a amamentar?"


Pensei um bom bocado antes de escrever este post. No que toca à amamentação, há dez vezes mais palpiteiras do que em relação a qualquer outro tema da maternidade. Por outro lado, aqui no blog tenho sempre partilhado as minhas experiências e por isso desta vez vou contar-vos como tem corrido a amamentação com o Marco. Desde que nasceu fez uma boa pega e mamou muito bem, sempre em livre demanda. Quando esteve internado no hospital com bronquiolite, estive sempre lá com ele para poder amamentá-lo e, surpreendentemente, nesses dias não perdeu peso (aumentou muito pouco, mas não emagreceu, e eu fiquei super feliz). Quando completou um mês de vida, eu comecei a trabalhar. Tenho a sorte de poder trabalhar a partir de casa e poder estar com ele o tempo todo, salvo quando tenho que me ausentar para reuniões de trabalho. Nesses dias (horas) em que tenho que sair de casa - uma ou duas vezes por semana, ele bebe um biberão de leite adaptado. 

Nunca consegui extrair leite com a bomba. Nem quando amamentava a Mel, nem agora com ele. Tentei várias vezes, de manhã e à noite, sozinha ou enquanto dava de mamar. Estava meia hora com a bomba para tirar uns míseros 10ml, uma tortura. Informei-me e sei que é uma situação comum a outras mulheres, já que a estimulação que um bebé faz ao mamar é muito diferente da de uma máquina. 

(Já agora: Tenho a Bomba Swing da Medela - está praticamente nova, em caixa, com todos os acessórios e vendo a um bom preço! E ainda ofereço sacos de congelação. Se alguém estiver interessado, envie mensagem!)

Portanto, ligámos o descomplicómetro e introduzimos o leite adaptado. A Mel bebeu LA desde a primeira semana de vida e está aí, maravilhosa e saudável. Continuando. Estava contente por estar a correr tudo melhor desta vez, o Marco continuava a mamar muito bem e a prova disso foi quando fomos ao pediatra e, ao ser pesado, vimos que estava para o gordito.

Na semana passada, começámos a notar que ele não ficava saciado depois de mamar e começava a chorar - que rapidamente evoluía para berrar - com fome. Mamava bem, sem pausas ou sonolência, até que ao fim de uns (dez?) minutos, se debatia com o mamilo e chorava a pedir mais. Acalmava-o, punha-o a arrotar e depois novamente na mama. Tudo na mesma. Passava para a outra mama e começava a mamar tranquilamente até que, passado um tempo, acontecia tudo outra vez, a terminar num choro desesperado, punhos cerrados e boca à procura de comida. Decidimos fazer um biberão e bebeu-o todo. Fiquei triste, chorei e pedi-lhe desculpa. No dia seguinte, fui ao site das CAM’s (Conselheiras em Aleitamento Materno) de Portugal e procurei ajuda. A Catarina, que é CAM, esteve cá em casa esta semana. Viu o Marco a mamar e confirmou que ele faz uma boa pega e mama muito bem. Não vou estar aqui a entrar em pormenores porque acho que não faz sentido, mas não estarei a produzir leite suficiente para ele neste momento. Cada mãe é uma mãe e cada bebé é um bebé. A Catarina explicou-me o que posso fazer para aumentar produção de leite, ajudou-me a lidar com o Marco nestes momentos e como diminuir/“enganá-lo” com a dosagem do suplemento. Deu-me muita força.

Quero muito continuar a amamentar, sei perfeitamente que só traz vantagens para ele e para mim (a única - grande - desvantagem é mesmo a privação do álcool

). Vamos ver como corre! Se puder voltar a amamentar em exclusivo, perfeito!, se continuar a dar de mamar juntamente com o leite adaptado, sem problema... e se, entretanto, o Marco passar a beber somente leite adaptado, também está tudo bem! É esta a minha - a nossa - postura e era isto que queria partilhar convosco. Se fiquei triste com tudo isto? Sim, na altura fiquei. Mas só quero o melhor para o meu filho. E o melhor para ele é crescer saudável e feliz. Independentemente do tipo de leite que bebe. Nem sempre corre tudo como esperamos mas podemos pedir ajuda, e trabalhar para melhorar as coisas! Se no final não resultar, há-de ficar sempre tudo bem.

Rita



segunda-feira, 1 de outubro de 2018

O meu relato do internamento

São precisamente 21h00. 

O Marco está a dormir no berço, tranquilo, aqui ao meu lado. Como sabem, estamos internados no hospital. Tudo começou a semana passada quando reparámos que estava meio constipado. A Mel tinha estado doentinha, com tosse e febre, e suspeitámos que pudesse ter apanhado também uma virose. Começou a tossir e depois veio a febre, mas o pior de tudo foram as dificuldades respiratórias. O Marco ficava com o narizinho tão obstruído que tinha que fazer imenso esforço para respirar. Mamar, então, era  impossível. Levámo-lo às urgências e já não saiu de lá. 

Ficou primeiramente internado nas urgências, numa incubadora. De três em três horas, antes de cada mamada, vinham aspirá-lo. Perguntaram-me da primeira vez se queria sair da sala. Não entendi bem a pergunta mas disse que não, que ficava com ele. Percebi logo o porquê nos instantes seguintes, enquanto lhe aspiravam o narizinho minúsculo com uma sonda com uns 25 centímetros de comprimento e ele gritava, aflito. Podia dizer que só custa a primeira vez mas já perdi a conta às aspirações que lhe fizeram desde que cá estamos e garanto-vos, custa sempre. Mas só assim ficava aliviado e conseguia mamar. Quando finalmente estabilizou, saímos das urgências e passámos para o internamento da ala de pediatria. O procedimento aqui continua a ser o mesmo. Aspirações e muita vigilância, porque o principal problema do Marco é a obstrução nasal. Só hoje chegaram os resultados das últimas análises. Confirmaram que tem uma bronquiolite, originada por um vírus que provavelmente apanhou da Mel. Felizmente, ficou mais atacado apenas a nível nasal e por isso a recuperação será mais rápida. Hoje pesámo-lo e eu já estava mentalmente preparada para que tivesse perdido algum peso. Estes dias tem mamado cansado e sem energia e tinham-me dito que é normal nos casos de internamento os bebés emagrecerem. Surpreendentemente, aumentou (ainda que pouquinho) de peso. Fiquei tão feliz. 

Eu tenho estado sempre aqui com ele porque estou a amamentar. Vou uma vez por dia a casa, entre as mamadas, para tomar banho (prefiro tomar no conforto de casa) e trazer o roupinhas/fraldas/etc. Não vou negar, estou esgotada. Temos um cadeirão que ao fim do primeiro dia parece que nos passou um camião em cima. Já não sei o que é dormir mais de uma hora há mais de cinco dias. Dou por mim a perseguir o ponteiro dos segundos do relógio verde que está na parede. O pé bate ao som do "pi" da máquina que regista os batimentos cardíacos, como um tique nervoso. Fico atenta a cada sinal de mal estar do Marco e a implorar que ele não acorde com cada grito de dor ou choro de outras crianças, que se vão fazendo ouvir ao longo do dia e da noite. E depois há a Mel. Quando temos só um filho, podemos dedicar-nos a ele a 100% sem termos que pensar em mais nada. Sem sentimentos de culpa, sem saudades. Nós temos outra filha, pequenina, que não sabe o que se passa (por decisão nossa). Passou o fim-de-semana em casa dos tios e sei que se divertiu à grande e à francesa. Hoje ja foi para casa com o pai mas antes passaram aqui pelo hospital e eu fui lanchar com ela. Já não a via há três dias. Pareceu-me maior e tudo, acreditam? Está tão crescida e ao mesmo tempo continua a minha pequenina. Que também precisa do meu carinho e da minha atenção. Espero em breve poder dar-lhe tudo o que ela merece. Até lá, continuo a lutar ao lado deste miúdo para ver se celebramos o primeiro mês de vida em nossa casa. 

A vocês, um gigante obrigada por todo o carinho!

Rita


domingo, 2 de setembro de 2018

Top 10 produtos para o bebé

Estou quase a chegar às 39 semanas de gestação (nunca estive grávida tanto tempo, eheh). Estes dias estão a ser uma "correria" - entre aspas porque eu basicamente pareço uma foca que mal se mexe - a preparar tudo para a chegada do/a bebé. Estivemos a fazer compras e a retirar coisas do fundo do baú. A cortar etiquetas, a fazer máquinas de roupa e a lavar coisas à mangueirada. Temos praticamente tudo pronto, excepto a mala da maternidade (quero ver se a faço amanhã sem falta, acho que já estou a abusar da sorte!). 

No post de hoje quero mostrar-vos os 10 artigos mais importantes que temos para a chegada do/a bebé. Alguns deles foram reaproveitados da Mel - quem é mãe/pai de segunda viagem sabe como isto funciona, há imensa coisa que podemos (e devemos) aproveitar. Já outros são novinhos em folha para este bebé. Estou ansiosa por usar tudo e achamos mesmo que são os nossos top produtos salva-vidas para os primeiros meses de vida:

Ninho Cuco Baby



Quando a Mel nasceu não lhe comprámos nenhum ninho (por nenhum motivo em especial). Desta vez queremos mesmo experimentar! Dizem que são perfeitos para os primeiros meses do bebé, por ser confortável e acolhedor. Este Cucobaby, da marca Piaf, tem as laterais grossas e firmes, para cercar o bebé, e um colchão super macio, para que possa dormir bem confortável. O ninho é também super prático porque podemos ter o bebé lá deitado no sofá, na nossa cama ou até mesmo no próprio berço! Escolhi este modelo de coelhinhos super fofo, que tanto dá para menino como menina. 



Berço Next2Me


Comprámos este berço para a Mel e foi das melhores escolhas de sempre! A Mel só passou para o berço de grades, no quarto dela, por volta dos 8 meses e até lá tinhamo-la juntinho a nós neste berço da Chicco. Nos primeiros meses de vida então acho-o essencial, uma vez que está mesmo ao meu lado, como uma extensão da nossa cama. Para dar de mamar a qualquer momento, para aconchegá-la ou somente para ver se está a respirar (quem é mãe percebe!) é mesmo do melhor. 



My First Nuk



Foi a primeira chupeta da Mel e vai ser a do bebé também (não no sentido literal, claro, vão ter chupetas diferentes). Lembro-me que há dois anos tinha imensas chupetas destas, oferecidas no Centro de Saúde, Hospitais e eventos para grávidas. Não comprei chupetas durante meses. Desta vez tenho apenas uma ou duas mas não estou preocupada porque podemos encontrá-las à venda facilmente. As "My First Nuk" e as "Genious", também da NUK, são exatamente o mesmo modelo! 


Espreguiçadeira Joie



Esta espreguiçadeira foi uma das nossas melhores aliadas. A Mel adorava-a. Lembro-me quando estávamos à procura de algo deste género e queriamos um modelo porreiro, confortável mas que tivesse ao mesmo tempo um design bonito para ter na sala - não queriamos nada demasiado infantil e colorido/berrante para chocar com a decoração. Escolhemos este modelo Serina Swivel da Joie, que tem 5 melodias, 5 sons da natureza, 2 níveis de vibração e luz noturna em 4 intensidades. Tanto está de frente como pode ser girada para um lado ou para o outro e reclina em 3 posições. Balança de lado e para trás e para a frente em seis velocidades. Em suma, é perfeita!


Almofada de amamentação


Também é uma peça que acho fundamental nos primeiros tempos, seja para a mãe amamentar ou dar o biberão. Evita que tenhamos más posturas, aliviando a tensão na nossa coluna. Mas também pode ser usada pelo bebé mais tarde. A maioria dos bebés não gosta muito de ficar de bruços, mas essa posição é importante para o seu desenvolvimento e a almofada acaba por ajudar nessa fase. O objetivo é fortalecer os músculos do pescoço e ensiná-lo a empurrar, rolar e a levantar-se. Mais tarde também pode ser um aliado do bebé quando ele começar a gatinhar e, depois, a ajudar o bebé a manter o equilíbrio e a sentar. Também é da Piaf, a condizer com o ninho. 



Babete com mordedor


Coisas que não faltam cá em casa: babetes e fraldas de pano! Nestes primeiros meses os bebés bolsam e sujam muito e por isso convém ter um bom stock. Mas este modelo é especial! Para além de ter o formato bandana - que eu acho super giro - tem um mordedor na ponta! Muito porreiro para os bebés morderem, por brincadeira, ou para a fase mais chata dos primeiros dentinhos. Lembro-me que a Mel babava muito e queria ter sempre algo na boca por isso desta vez acho que estes Neckerchew (nome oficial) vão ser mesmo uma boa ajuda! São da Cheeky Chompers e existem em imensos padrões! 



Carrinho Urban 



O carrinho da Mel agora vai passar para o/a mano/a. Foi oferecido pelos padrinhos dela e continuamos a achar uma ótima aquisição. Lembro-me que na altura não queríamos comprar o tradicional trio, para depois não termos vários "trambolhos" em casa. Escolhemos o carrinho Urban da Chicco - é natural que agora tenham uma versão mais atualizada - que para além da estrutura traz só duas peças: o ovo e depois a alcofa, que mais tarde se transforma no assento/cadeira do carrinho. É prático para fechar e bastante funcional no dia-a-dia. A Mel já não o usa desde os 13 meses (a última vez que o usámos foi na viagem a Bali) porque desde que aprendeu a andar gosta mesmo é de nos acompanhar pelo próprio pé. Confesso que às vezes olho para as famílias na rua, no shopping ou supermercado, com os miúdos nos carrinhos e invejo terem tudo "controlado" enquanto eu tenho uma peste à solta! Mas a verdade é que ela se sente bem assim e até calha bem para agora passar o carrinho para o/a bebé.  

Baby Seat


Um artigo que desconhecia por completo mas que estou ansiosa por usar! É uma almofada da Piaf, que se converte num assento mais macio e confortável para o bebé. É uma peça prática e bastante versátil porque se adapta a todos os modelos de carrinhos de passeio, ovo, cadeiras auto ou cadeiras de refeição. Vamos usar primeiramente no ovo e depois no futuro adaptar a outras situações! É um modelo universal que pode ser lavado à máquina a 30º (importante).



Sling de argolas


Como já falei no blog, sou fã de babywearing. Com a Mel usei pano elástico e depois a mochila Ergobaby. Desta vez estou super entusiasmada com um novo modelo: o sling de argolas! Tenho visto muitas mães a usar e para além de achar super prático, parece-me também muito confortável para o bebé. Podemos andar com o bebé bem juntinho a nós e temos a facilidade de poder ajustar o pano para uma posição de amamentação em poucos segundos. Como não sabemos o sexo do bebé preferi escolher uma cor neutra e apaixonei-me por este verde menta. Podem encontrar este e muitos outros modelos de sling de argolas e outros porta-bebés na loja Amama, recomendo!



Bola Montessori


Não fazia ideia mas a Bola Montessori é um brinquedo de origem secular. Foram criadas no século XVIII pelos Amish e tinham inicialmente a função de divertir não só os bebés e as crianças pequenas como também as raparigas. É um pequeno objeto sensorial que desenvolve a coordenação motora e visual e estimula o movimento do bebé. A bola é composta por gomos, com um guizo no interior, e este formato evita que ela role para longe demais mas ainda assim o suficiente para estimular o virar e gatinhar dos bebés. É da Piaf (como podem ver pelo padrão) e estou curiosa para ver o bebé brincar com ela! 

Bom, espero que tenham gostado das nossas dicas e sugestões. Claro que há produtos que poderão achar mais pertinentes que outros, mas para nós estes vão ser mesmo os principais aliados nos primeiros meses! Se quiserem partilhar algum artigo que para vocês seja igualmente importante, estejam à vontade! :) 

Rita

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

O medo do parto

Há dois anos estava grávida da Mel. Foi a minha primeira gravidez e tudo era uma novidade. As consultas, as aulas de preparação para o parto, os pontapés, o corpo a mudar, as idas às compras para o enxoval. Estava ansiosa para conhecer o bebé que aí vinha mas também queria gozar o estado de graça ao máximo.

Lembro-me de ver vídeos de partos no youtube (e de chorar muito), de estar super atenta nas aulas e de tirar muitas dúvidas com uma das minhas melhores amigas que é enfermeira parteira. Fui a várias palestras para grávidas e estava sem dúvida curiosa relativamente ao parto. Queria que fosse o mais natural possível e não tencionava escolher a famosa epidural. Lembro-me das minhas cunhadas se rirem quando lhes dizia isso, pois segundo elas eu não fazia ideia do bom que era! A meu ver seria uma tortura espetarem-me uma agulha nas costas, por maior sensação de alivio que pudesse trazer a seguir. A verdade é que ao fim de horas de contrações e dor eu só implorava por ela. Quando finalmente a pude tomar foi “peanuts”. Como contei aqui e também aqui, não tive o melhor parto do mundo. Não foi terrível mas estive mais de 36 horas no hospital, desde que me rebentaram as águas. Entrei às 5h da manhã e só quando passei para a sala de partos, à meia noite seguinte, é que pude ter o Mr. Right ao meu lado. Essas horas sozinhas foram o mais difícil. Estava assustada, sem ninguém para me segurar a mão e tinha muitas dores. Quando tomei a epidural pensei que o mal já tinha passado mas a verdade é que a Mel não queria sair do quentinho e só passadas mais 18 horas é que nasceu. Nessa altura já eu sentia tudo até à ponta das entranhas e por isso posso dizer que tive o parto natural que sempre teimei que queria ter (karma is a b*tch).

Exatamente dois anos depois, estou grávida novamente e prestes a ter o meu bebé. Desta vez tenho muito mais receio do parto. Confesso que estou com medo. Há dois anos não fazia ideia do que iria passar, agora já sei para o que vou. E não tive a melhor experiência do mundo da primeira vez. Muitos me tranquilizam e dizem que no segundo filho as coisas são melhores, o corpo está diferente e mais preparado... mas não é regra, certo? Tudo pode acontecer e, apesar de achar que umas horas ou até dias de sofrimento não são nada comparados com uma vida inteira ao lado dos nossos miúdos, a verdade é que estou com medo. Tenho medo de ter novamente um parto induzido e de ter que estar horas a fio sozinha, na sala das expectantes. Tenho medo das dores que senti e fico com um nervoso miudonho ao pensar que vai acontecer tudo outra vez. Agora que estou na reta final e sei o que me espera - sem tretas - estou nervosa. Sei que, no final, vai correr tudo bem e que em breve terei um bebé nos braços mas nem todo o amor que sinto me sossega o coração.

Rita

Sessão de maternidade com Contam'Estórias Fotografia ❤



domingo, 26 de agosto de 2018

A melhor prenda para oferecer a uma grávida!

Todos nós conhecemos uma grávida e, por norma, gostamos de comprar uma lembrança para o futuro bebé. Comprar um miminho para o menino ou menina que aí vem pode parecer a coisa mais simples do mundo mas muitas vezes sentimo-nos à nora. Ou porque não conhecemos o gosto das pessoas, ou porque não sabemos o que ainda precisam para o bebé ou, como aconteceu no nosso caso, porque não se conhece o sexo da criança (e aí há toda uma luta extra contra as coleções azuis e rosa das lojas de puericultura e roupa de bebé).  É um verdadeiro desafio. 


Muitas futuras mães escolhem fazer um Chá de Bebé e algumas delas partilham uma lista com artigos em falta para o bebé. Eu fiz isso e achei bastante prático porque assim recebi artigos de que realmente precisava e marcas das quais gostava, não me importando é claro que nos oferecessem outras coisas à escolha de cada um! Mas nem todas as grávidas criam essa lista salva-vidas e muitas vezes as pessoas têm que puxar pela cabeça para decidir o que oferecer: "mais uma roupinha?", "Mantinhas já devem ter, não é?", "Será que é muito cedo para comprar um brinquedo?" 

Bom, hoje quero partilhar convosco uma prenda que acho perfeita para oferecer a uma grávida: "A Minha Primeira Mimobox". Trata-se de uma caixa com vários artigos para o futuro bebé:

- Peluche NICI
- Toalhitas da Klorane
- Luz de presença Nuvem
- Chupeta Perfect da MAM
- Creme muda-fraldas da Klorane
- Fralda de pano 100% algodão
- Creme nutritivo com Cold Cream

E ainda um miminho para a mãe (que nestas coisas das prendas acaba por ficar em segundo plano): um Óleo de Estrias da Klorane! 


Quem já me acompanha sabe que recebo mensalmente a Mimobox - uma caixa surpresa com mimos para mãe e filho. Surpresa porque nunca sabemos que produtos e marcas vêm a cada mês. Neste caso, A Minha Primeira Mimobox funciona de maneira diferente. Não se trata de uma caixa surpresa mas sim de uma caixa com 8 produtos (fixos) escolhidos para os primeiros meses de vida do bebé e da sua mãe. Na minha opinião, a selecção de produtos é perfeita porque oferecemos um bocadinho de tudo. Esta caixa de mimos custa 25€ e é entregue gratuitamente em 72h em Portugal continental. Podem escolher receber em vossa casa, para depois entregar em mãos à mãe ou então enviar diretamente para a morada dos futuros pais, em modo surpresa! Podem comprar diretamente no site da Mimobox aqui!

O que acham da ideia? Estando grávida pela segunda vez e tendo ouvido 356 vezes "ai não sei o que te comprar para o bebé!", posso dizer-vos que acho uma prenda mesmo prática e original!

Rita


quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Como é que ela vai reagir com o bebé?

Estou com trinta e sete semanas de gestação e podemos dizer que entrei na reta final da gravidez. Ao longo de todo este tempo a Mel sempre se mostrou muito querida com a minha barriga. Dissemos-lhe que cá dentro estava o maninho (apesar de não sabermos o sexo tratamo-lo geralmente por "maninho", no masculino, por ser "O bebé" e não termos que estar sempre a dizer menino/menina) e ela memorizou. Quando lhe perguntamos pelo maninho ela aponta para a barriga, dá abraços, beijinhos e faz festinhas. Muitas vezes fá-lo de livre e espontânea vontade e é delicioso de se ver. Mas, na realidade, não acho que ela tenha noção de que vai sair daqui de dentro um bebé. Um bebé a sério. Daqueles que chora e dorme e faz cocó. 

Uma das coisas que mais me tranquiliza para o que aí vem é o facto de a Mel adorar bebés. Seja na televisão ou ao passear na rua, quando vê um bebé abre um mega sorriso e só quer dar-lhe miminhos. Por isso acho mesmo que vai ser muito querida com o irmão ou irmã que está para chegar. Claro que também já estou a imaginá-la a dar-lhe umas "lapadas", como dizemos aqui no norte, mas acho que nenhum irmão mais novo está livre de apanhar dos irmãos mais velhos. Faz parte da sua natureza, é quase como a lei da selva. 

Também sei que não vou poder evitar ciúmes e birras, ela ainda é muito pequenina. Vai ter precisamente dois anos quando o irmão nascer e, quer queiramos quer não, ainda é muito nova para compreender e aceitar certas coisas. Mas penso que com calma, paciência e muito amor tudo se consegue. A nossa intenção é incluí-la ao máximo nesta nossa nova realidade, fazer com que participe, ajude e se sinta útil em praticamente tudo o que envolva o bebé. A Mel está numa fase de descoberta e independência, é tudo "eu quero, posso e mando". Não queremos de todo que se sinta de parte ou que tenha qualquer sentimento de rejeição. Queremos que veja o irmão ou irmã como algo bom, um ser pequenino que precisa do mimo e da ajuda dela. 

Aiii estou aqui a escrever e a pensar "é fácil falar, depois é que vão ser elas". A verdade é que sei que vamos ter dias mais difíceis que outros mas quero acreditar que vai correr tudo bem e vamos dar conta do recado. Quem mais aí em casa tem filhos com esta pequena diferença de idades? Como foi convosco? Alguma dica?! Obrigada!

Rita 

A Mel e o "maninho", pela lente do Contam'Estórias 






quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Criopreservação das células estaminais: sim ou não?

Há dois anos, estava eu grávida da Mel e nem sequer me passava pela cabeça ter este blog, decidimos fazer a criopreservação das células estaminais. Procurámos informação na internet, conversei com a minha obstetra sobre o assunto e falámos com várias empresas. Não é algo que se decida de ânimo leve porque o investimento financeiro é grande mas, no final, optámos por fazê-lo. E não nos arrependemos.

Dois anos depois, queremos voltar a criopreservar as células estaminais. Hoje em dia já há mais informação sobre o assunto e é um tema que acaba por chegar facilmente aos ouvidos dos pais durante o período de gestação. No entanto, ainda suscita muitas dúvidas: a criopreservação resulta sempre? Pode realmente ajudar os nossos filhos? E outros familiares? 

Desta vez decidimos que queríamos conhecer bem de perto todo o processo e por isso fomos visitar os laboratórios da Bebé Vida. Só a Bebé Vida e a Crioestaminal têm laboratórios próprios em Portugal: a Crioestaminal foi a empresa pioneira no nosso país e logo no ano seguinte a Bebé Vida iniciou a sua atividade, tendo ambas montado os seus laboratórios em 2006. Ter a oportunidade de fazer uma visita guiada ao laboratório e conhecer passo a passo o processo de criopreservação foi muito esclarecedor. Aprendemos coisas que não sabiamos e que não nos tinham dito há dois anos atrás. 


Decidimos escolher a Bebé Vida para criopreservar as células estaminais deste nosso bebé por diversas razões. Em primeiro lugar, responderam a todas as nossas questões de forma franca e aberta (eu levei uma boa lista de perguntas e só saí de lá quando fiquei bem esclarecida). Explicaram todos os benefícios que podiam resultar da criopreservação mas também não fugiram com o rabo à seringa no que toca às limitações e foram realmente sinceros. Uma das coisas que me agradou bastante foi terem um tanque de back up (que não é um requisito obrigatório, têm-no por opção), caso haja alguma avaria com os tanques que contém as amostras. Outro dado importante é o facto de a Bebé Vida ser a única empresa portuguesa a ter o selo da Fact Netcord, a acreditação internacional mais importante e completa que um laboratório de criopreservação de células estaminais pode receber (estiveram anos a ser acompanhados e "controlados" por responsáveis da entidade para merecerem o reconhecimento). 


O laboratório está aberto sete dias por semana (porque os bebés não tiram folga para nascer) e as amostras são processadas até 72h depois da recolha. O facto de terem laboratório próprio permite que os pais possam tratar tudo diretamente eles, sem haver mais entidades que possam diluir responsabilidades. Nem a Bebé Vida nem nenhum outro banco consegue garantir uma criopreservação bem sucedida. Pura e simplesmente não depende deles, uma vez que a amostra pode estar comprometida. O que gostei muito nesta empresa é o facto de os pais só fazerem o pagamento depois de ser confirmada a viabilidade das amostras! 

Uma das questões que lhes coloquei (e que preocupa outros pais) foi o perigo de falência da empresa. Foram muito pragmáticos na resposta. É um risco que efetivamente existe mas têm formas de o mitigar, através de acordos que mantêm com bancos de back up no estrangeiro. Caso a empresa suspenda a sua atividade, essa entidade assume o armazenamento das amostras e o processo contratual com os pais. Neste caso, a Bebé Vida tem acordo com a FamiCord (um dos maiores bancos europeus), que contém laboratórios em vários países - o mais próximo em Espanha. 


E as células podem sempre ser usadas no próprio? E em familiares diretos? Bem, quando a pessoa têm uma doença oncológica e de origem genética, as células estaminais não resultam no próprio (a informação já lá está e as células já têm a disfunção). Se for uma doença adquirida em vida, aí sim podem ser utilizadas para o tratamento. Já entre irmãos a compatibilidade é de 25% e pode ser usada entre os dois, uma vez que o que está doente pode recorrer às células do irmão, saudável, para reconstituir o seu sistema imunitário. É isso que tentamos garantir ao criopreservar as células da Mel e, agora, deste bebé. 

Dentro deste tema da criopreservação, existe também a doação das células estaminais ao banco público. Neste caso, todo o processo é completamente gratuito e as amostras ficam disponíveis para qualquer pessoa que necessite de tratamento. Não há cá "reservas" para os nossos. Caso haja necessidade no futuro, poderemos recorrer às células que doámos se estas ainda estiverem disponíveis mas, em termos estatísticos, a probabilidade de existirem dadores compatíveis é de 0,0...%. Isto porque o banco público em Portugal ainda não funciona como muitos de nós gostaríamos. Mesmo os pontos de recolha para o banco público funcionam atualmente apenas em quatro hospitais a nível nacional (o Hospital onde vou ter o bebé, apesar de ser público, não faz a recolha). Face a toda esta realidade, optámos por fazer a criopreservação privada e garantir assim que temos as células dos nossos filhos guardadas, durante 25 anos. É um investimento que esperamos sinceramente que não tenha retorno, pois nenhum pai ou mãe quer ver-se na situação de precisar de recorrer às células criopreservadas. 

O que aconselho a todos futuros pais é que se informem muito bem sobre este tema. Façam perguntas, muitas!, às entidades competentes e tirem todas as vossas dúvidas. Se tiverem a oportunidade, vão visitar um laboratório e façam uma visita guiada - é gratuito! Tenho a certeza que cada um tomará a melhor decisão para a sua família, tal como nós o fizemos. 

Rita 




segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Olhem-me só este bolo!

Como vos mostrei no post de ontem, há dias fizemos uma festa conjunta cá em casa: o Chá de Bebé e o aniversário do Mr. Right. Um dois em um já que aos oito meses de gravidez eu não tenho estofo para ser anfitriã de grandes festarolas. 

Apesar do Chá de Bebé ter merecido uma decoração mimosa, não quis que o bolo fosse demasiado "abebézado", se e é que me entendem. O bolo que teria que servir para as duas celebrações e por isso pensei num design bonito, simples e elegante. 




Quem o fez foi a Doce Maria. Encomendei-lhe um bolo pela primeira vez no ano passado, no primeiro aniversário da Mel. Adorei o resultado, o bolo estava exatamente como eu tinha idealizado: lindo por fora e delicioso por dentro. Desta vez foi a mesma coisa. Pedi um bolo maior, de dois andares, porque éramos mais pessoas na festa. Por fora era simples e elegante, decorado com suspiros e raffaellos. Por dentro, uma delícia: escolhi a massa de iogurte de coco e o recheio de leite condensado e coco. Escolhi coco por ser o preferido do Mr. Right mas a verdade é que toda a gente adorou! Só sobraram duas fatias! 





A Mel vai fazer dois aninhos agora em Setembro e vou voltar a encomendar-lhe um bolo. O tema da festa já está escolhido mas ainda vou procurar algumas ideias. Tenho a certeza de que ficará tal e qual o que quero, como sempre. Deixo-vos aqui mais alguns bolos da Doce Maria, lindos lindos, para se inspirarem para as vossas festas. Não deixem de visitar a página para se babarem com os bolos lindos que a Isabel faz.



Rita


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domingo, 19 de agosto de 2018

O Chá de Bebé

Esta semana fizemos uma festa cá em casa. Na verdade foi um 2 em 1: comemorámos o aniversário do Mr. Right e fizemos o Chá de Bebé. Foi um dia super bem passado junto dos que mais gostamos, a família e os amigos. 
Decidi que iria eu organizar as coisas e não contratámos nenhuma empresa organizadora de eventos (tal como no Chá de Bebé da Mel, que podem ver aqui). Tinha tempo, tinha ideias e pus mãos à obra. Também decidi logo que não queria nada muito rebuscado mas sim algo simples e mimoso. As fotos foram tiradas logo no início, quando os primeiros convidados estavam a chegar. Depois não peguei mais na máquina ou no telemóvel - simplesmente curtimos a festa!


Montámos na sala uma mesa decorada para o Chá de Bebé. Comprei uma grinalda numa destas lojas de decoração de festas e usei as rodelas de troncos de árvores da À Manápula (uso-as muito nas festinhas, acho que são super versáteis!). Comprei umas flores, tratei das lembranças e fiz um bolo de fraldas (vou colocar no stories do Instagram o passo a passo do bolo de fraldas, é muito fácil de se fazer!). 




Como a festa não era somente destinada ao Chá de Bebé e era também o aniversário do Mr. Right, quis um bolo que fosse bonito e que desse para as duas celebrações. Mais uma vez mandei fazer na Doce Maria e ficou maravilhoso - por dentro e por fora! 


As lembranças... confesso que foi das coisas que mais gozo me deu preparar e toda a gente adorou! Comprei mini garrafas de espumante, retirei-lhes os rótulos originais e criei uns novos. Depois foi só imprimir em papel autocolante e voilá! Nas garrafas pode ler-se "Quando eu nascer, abre a garrafa e brinda!". A ideia é os convidados colocarem o espumante no frigorífico e, quando souberem da boa nova, brindarem nas suas casas o nascimento do/a bebé. 



Desta vez como juntámos as duas festas e éramos muitos (no Chá de Bebé da Mel só foi mulherio), decidi não fazer jogos e brincadeiras. Estivemos mais no convívio uns com os outros, dentro e fora de casa. No entanto, não deixei de ter algo em jeito de brincadeira e, na mesa, os convidados podiam personalizar as futuras fraldas do bebé e ainda votar no sexo da criança (Menino foi quem teve mais votos). 


Quanto aos comes e bebes, também conversei logo com o Mr. Right e disse-lhe que não estava com disposição para comprar e preparar docinhos, salgadinhos, folhadinhos e mais inhos. Queria mesmo algo prático e por isso decidimos montar uma mesa de cachorros quentes. Afinal de contas é algo que toda a gente gosta e podiam fazer ao gosto de cada um: tinhamos pão, salsichas (incluindo de tofu), batata palha, alface, cebola crocante, fiambre e queijo. E molhos com fartura. Foi uma escolha prática e bem sucedida. 


Para beber fizemos jarros de limonada (alguns decidiram dar-lhe um toque de rum), cidras e água. 




Agora que o Chá de Bebé passou, é hora de preparar a festinha dos dois anos da Mel. Nunca se sabe se estarei no hospital aquando do aniversário dela e não quero que o homem pire de vez. 

Rita


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