quinta-feira, 13 de julho de 2017

A Mel tem uma piscina e não gostou nada

Comprámos uma piscina para bebés. Finalmente temos um espaço exterior só nosso, na casa nova. Andei à procura de um modelo para a Mel que fosse engraçado e ao mesmo tempo a protegesse do sol e de possíveis quedas (esta miúda agora só quer por-se em pé!). Lá enchemos a piscina  - quase que ficava sem um pulmão - e toca de vestir a Mel com o seu triquini. Eu que sou a mãe não tenho um triquini mas a minha filha bebé tem. 'Tá certo... mas fica-lhe a matar, se querem saber. 

Hora da festa! Pusemo-la lá dentro, todos animados, e ela desata a chorar (que é como quem diz, a berrar). A Mel que adora tomar banho e já esteve numa piscina dos "crescidos". Brincámos, cantámos, até fui buscar a Senhora Pata (a patinha de borracha com quem toma banho) mas nada feito. Resultado? Enfiei-me lá dentro com ela no colo, para se ambientar. Aos pouquinhos, foi-se habituando e acabei por deixá-la lá dentro, sozinha. Primeiro estranha-se, depois entranha-se. 




Alguns minutos depois já estava toda feliz e contente a chapinhar na água, a andar às voltas e a tentar morder a piscina (o que me vale é que não tem dentes).


Estivemos a brincar com ela um bocadinho e quando foi a hora de sair da piscina recomeçou a choradeira. Não gostou nada daquilo. Naaada, nadica. Por ela ficava ali horas entretida! Enquanto estávamos no processo de secagem, o Artur andava sempre a rondar-nos para, à primeira oportunidade, se enfiar lá dentro a refrescar.  Acho que a Mel vai ter que partilhar a piscina com o mano. 

E vocês, também têm piscina para os pequenotes? Qual foi a reação deles? 

Rita

Lista de compras:
Piscina - Espaço Casa
Triquini - Boboli

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segunda-feira, 10 de julho de 2017

Afinal o que são as mochilas ergonómicas?

Mochilas ergonómicasHoje em dia ouve-se muita coisa sobre elas... mas o que são exatamente? O que as distingue das outras mochilas e marsúpios para bebés? Vamos lá falar sobre isso.

Quem já usou um porta-bebés sabe como são surpreendentemente práticos para transportar o nosso filho. Permite-nos tê-lo junto a nós, cómodo e seguro, enquanto temos as mãos e braços livres para fazer outras coisas. Também dá um jeitaço quando vamos a algum lado e não queremos/podemos levar o carrinho. Ao mesmo tempo, é ótimo para desenvolvermos laços com o bebé, já que ele adora sentir-se protegido, pertinho da mãe e do pai. Eu tive um marsúpio quando a Mel era mais pequenina - entretanto cresceu e deixou de caber nele - e ela adorava andar junto a mim, de um lado para o outro. Sim, existem outros tipos de babywearing no mercado (panos, slings, mei tais,...). Falaremos deles noutro dia, hoje vamos conhecer melhor as mochilas ergonómicas. 

Então, em que é que as mochilas ergonómicas são diferentes das outras mochilas e marsúpios? Estas mochilas dão um melhor apoio estrutural ao bebé. Enquanto em muitos casos o bebé é sustentado pelas virilhas, a mochila ergonómica apoia-o de um joelho ao outro. O corpo da mochila respeita e favorece a curvatura da coluna dos bebés e por isso a famosa postura à "rã" é tão importante para o desenvolvimento locomotor das costas e quadril. Muitas mochilas forçam os bebés a uma postura que não é a correcta nem a mais natural, causando desconforto e podendo ter impacto no seu desenvolvimento futuro. A estrutura da mochila ergonómica - que nas outras mochilas parece almofadada mas é rígida - é flexível e mais confortável para o bebé.  

Dizem que a mochila ergonómica também ajuda a diminuir as cólicas e gases do bebé, graças à postura erguida em que o mantém durante o transporte. O bebé ganha um maior sentido de equilíbrio e acaba por participar mais no ambiente familiar. É estimulado com o balançar e com o contacto com a pele e desenvolve os sentidos ao estar atento a tudo o que se passa à sua volta. Para quem amamenta, é uma forma prática de o fazer fora de casa, com o bebé bem posicionado na mochila. Dizem que ter o bebé pertinho de nós estimula a produção de leite materno, então é sempre mais uma vantagem. 

Sem dúvida que os benefícios para o desenvolvimento físico e emocional são imensos. Neste momento não tenho outro meio para transportar a Mel para além do carrinho. Acho mesmo que esta vai ser uma boa aposta para melhorar o nosso dia a dia. Entre mãe, pai e filha. 

Podem encontrar mais informações sobre este tema na página de facebook da Ergobaby Portugal. Existem imensos modelos de mochilas ergonómicas que podem carregar desde recém-nascidos a crianças com 20kg. Vejam aqui na loja online. 

Rita

Modelos mochilas ergonómicas Cool Air Mesh em azul e cinzento
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A minha surpresa para ele

Ontem eu e o Mr. Right celebrámos o nosso aniversário. Seis anos de muito amor e amizade. Seis anos de brigas e pazes. Seis anos a levar com a tampa da sanita para cima. Seis anos de viagens e muitas histórias para contar. Seis anos agora celebrados a três, com a nossa Mel.  

Gosto sempre de lhe oferecer um mimo neste dia mas confesso que com a mudança de casa não tive tempo absolutamente nenhum para lhe ir comprar um presente. Andei a pensar no que podia fazer para celebrar a data e escolhi a surpresa perfeita: um delicioso pequeno-almoço! Sempre ouvi dizer que os homens se conquistam pelo estômago e o meu não foge à regra. 


Encomendei à Sweet Breakfast um super pequeno-almoço para nós, que vieram entregar-nos a casa. Sim, mesmo a um domingo! Correu tudo muito bem. Quando a campainha tocou às 10h00, ele estava a dar o biberão à Mel e eu fui abrir a porta. Tive tempo de preparar a mesa e ir chamá-los ao quarto. 

Ele adorou! Quem não adoraria? Acordar com fome e ter um belo manjar à espera, para comer em família. Deixo-vos algumas fotografias para ficarem com água na boca, eheh.



Escolhi o Menu Especial que incluía: sumos de laranja natural, leite, leite com chocolate, café solúvel, chá, pão, croissants, compotas caseiras, manteiga, queijo, queijo fresco, mel, iogurte grego, granola e fruta. 





Garanto-vos que é uma excelente escolha. Se quiserem surpreender o/a vosso/a mais que tudo, é uma ideia diferente - e nada cara - que de certeza vão adorar! Fica a dica para futuros aniversários e celebrações. Não temos que nos preocupar com nada, meter-nos em shoppings e andar de loja em loja. A Sweet Breakfast - happy deliveries trata de tudo e traz-nos o belo do pequeno almoço a casa. Vem tudo aqui dentro, acreditam? 


Rita
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terça-feira, 4 de julho de 2017

Dizer adeus nunca é fácil

Tenho andado um bocadinho desaparecida, eu sei. Os últimos dias não têm sido fáceis. Dizer adeus nunca é fácil. Chegou a hora de mudar de casa. A nossa ficou demasiado pequena para tanto amor. Quero pensar assim. Precisamos de mais, precisamos de melhor. A Mel precisa de mais espaço para gatinhar e brincar, e mais tarde correr e pular. O Artur precisa de uma zona exterior, para se divertir e ser feliz. Os gatos precisam de mais esconderijos e sítios para explorar. E nós precisamos de vê-los felizes e semear o amor noutro lugar. 

Durante estes últimos dias estivemos a por tudo em caixas. Todas as nossas histórias, vivências e recordações. Todo o nosso amor, tudo o que nos define. Estamos cansados, física e psicológicamente. Estamos tristes por dizer adeus ao lar onde vivemos os nossos primeiros anos juntos, onde passámos o primeiro natal, onde descobrimos que estávamos grávidos. O lar onde passámos mil e uma histórias. Mas ao mesmo tempo estamos entusiasmados por ter um lugar melhor, maior e pronto para amar. Uma casa nova, uma tela em branco para colorir com as cores do nosso amor.

Rita

O nosso amor em caixas.

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sábado, 24 de junho de 2017

Doces à minha filha? Não, obrigada.

Ora aqui está um tema um tanto ou quanto controverso. Apesar de na realidade não ter que o ser. Na minha opinião, cada um tem o direito de criar e educar os seus como bem entende. Como acha melhor e mais adequado. Se me incomoda ver miúdos a comer doces e fritos a torto e a direito? A beber refrigerantes refeição sim, refeição sim? Claro que sim, não vou mentir. No outro dia, eu e o Mr. Right estivemos a conversar sobre o tema e ele comentou comigo que leu um estudo que dizia que atualmente uma criança de cinco anos já consumiu tanto açúcar como o seu avô ao longo de toda a vida. Isso chocou-me - e assustou-me - muito. 

Como referi, acho que cada um tem o direito (e dever) de escolher o que acha melhor para os seus filhos. Nem sempre são as decisões mais corretas, é um facto. O máximo que posso fazer em relação aos outros é dar a minha opinião e alertar para hábitos mais saudáveis. Quanto a nós, decidimos dar à Mel a alimentação mais saudável possível. A verdade é que antes de ter filhos nunca pensei que teria que ter tanta atenção ao que lhe dou a comer. Depois da consulta com o pediatra da Mel na qual conversámos sobre a alimentação complementar percebi que aquela tabelinha nutricional que vem nas embalagens era bem mais importante do que pensava e que a lista de ingredientes é de leitura obrigatória. Sobretudo porque existem imensos produtos destinados a bebés nos supermercados que estão, pura e simplesmente, carregados de açúcar. 

Escolhemos dar à Mel uma papa sem açúcar com ingredientes biológicos. Ora é de milho, ou trigo ou arroz biológico, ora é de frutas e cereais. Não, não é doce como as outras papas. Os iogurtes que lhe damos são iogurtes naturais biológicos. Sim, os iogurtes naturais são azedos. Mas sabem que mais? Ela adora tudo. Chega a choramingar quando demoro muito entre uma colher e outra. E sabem porquê? Porque não conhece outra coisa, ou melhor, não conhece os sabores adocicados. "Coitadinha", ouço às vezes. Coitadinha, porquê? Para mim coitadinhas são as crianças que ingerem quantidades absurdas e desnecessárias de açúcar para a sua idade, por desconhecimento ou desleixo dos pais. 

Claro que não somos ingénuos nem muito menos extremistas, sabemos que ela mais cedo ou mais tarde vai ter contacto com o açúcar. Afinal de contas, sabemos como são as crianças. Não queremos de todo privar a Mel das suas descobertas e experiências. Mas se podemos evitar o contacto com o açúcar o máximo de tempo que pudermos, porque não fazê-lo? O açúcar só faz mal e todos sabemos isso. 

Por isso, querida família, queridos amigos e conhecidos, só vos peço que respeitem a nossa decisão. Que entendam que somos os pais dela e acima de tudo queremos o melhor para ela. Podem até não concordar connosco e agirem de outra forma em vossa casa, mas respeitem. Doces à minha filha? Não, obrigada. 



Rita 
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quarta-feira, 21 de junho de 2017

Restaurantes sem cadeirinha? Problema resolvido!

No outro dia escrevi uma Carta aberta aos donos de restaurantes por ser tão frequente chegarmos a um estabelecimento e percebermos que não existem cadeirinhas para os nossos bebés. Ou acabamos (mães e pais) por comer às pinguinhas com o bebé no nosso colo ou ele fica impaciente dentro do carrinho. 

Claro que esta situação não me agrada nada e por isso procurei uma solução. Sei que há cadeiras portáteis mas, sinceramente, já me basta o monta e desmonta do carrinho de bebé sempre que estaciono o carro. E quando vamos a pé para algum lado, como seria? Andei à procura e encontrei uma "cadeirinha" que cabe na minha carteira! Acreditam? Posso levá-la para todo o lado. Para restaurantes, cafés, confeitarias. Para casa de familiares e amigos. 



A cadeirinha tem vários fechos ajustáveis para mantermos os nossos bebés bem seguros. 


A ideia é eles sentarem-se mesmo na cadeira do restaurante, mas ficarem presos nesta "cadeirinha" de tecido. 



Depois de usar, é só dobrar e fechar na bolsinha. Fica tão pequena que podemos levá-la na carteira ou no saco do bebé! 

Os óculos são só para terem noção do tamanho eheh

Não acham que foi uma óptima aquisição? Claro que não é tão funcional como uma cadeirinha, mas para usar em SOS achei EXCELENTE! Podem encontrá-la na loja Triboo aqui.

Rita

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segunda-feira, 19 de junho de 2017

Carta aberta aos donos de restaurantes

Sabiam que não é tarefa fácil manter um bebé entretido no carrinho enquanto estamos no vosso estabelecimento? Sabiam que os bebés também gostam de conviver connosco? Rir, brincar, e palrar/conversar? Sabiam que é muito mais prático dar-lhes de comer quando eles estão sentadinhos e confortáveis, em vez de estarem a debater-se no nosso colo? Sabiam que eles são curiosos e gostam de ver o que se passa à volta deles? Sabiam que eles gostam de comer connosco à mesa, em família e/ou amigos? Sabiam que as cadeiras para bebés não são assim tão caras?

No IKEA, por exemplo, uma cadeira de refeição para bebé custa onze euros. Onze euros. Claro que não podem garantir que terão cadeiras para todos os bebés em simultâneo, mas se dois ou três bebés puderem sair do carrinho e sentar-se a comer com a família, porque não dar-lhes essa oportunidade? Se puderem evitar que a mãe ou o pai coma às pinguinhas enquanto dá a sopa ao filho, sentado no seu colo, porque não dar-lhes essa comodidade? Confesso que até ter filhos nunca tinha dado muita importância a isto. As coisas mudaram, efectivamente. Vocês podem não ter filhos, mas têm um estabelecimento comercial. Têm um restaurante ao qual todos os dias vão famílias almoçar e jantar. Famílias com bebés e crianças de colo. A meu ver, deveriam ter mais atenção aos vossos clientes, independentemente da sua idade. Deem-lhes mais conforto, comprem umas cadeirinhas. 

Obrigada,
Rita

P.S. - E já agora, um muda fraldas, também é pedir muito? 

Cadeira de refeição ANTILOP do IKEA
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