segunda-feira, 19 de junho de 2017

Carta aberta aos donos de restaurantes

Sabiam que não é tarefa fácil manter um bebé entretido no carrinho enquanto estamos no vosso estabelecimento? Sabiam que os bebés também gostam de conviver connosco? Rir, brincar, e palrar/conversar? Sabiam que é muito mais prático dar-lhes de comer quando eles estão sentadinhos e confortáveis, em vez de estarem a debater-se no nosso colo? Sabiam que eles são curiosos e gostam de ver o que se passa à volta deles? Sabiam que eles gostam de comer connosco à mesa, em família e/ou amigos? Sabiam que as cadeiras para bebés não são assim tão caras?

No IKEA, por exemplo, uma cadeira de refeição para bebé custa onze euros. Onze euros. Claro que não podem garantir que terão cadeiras para todos os bebés em simultâneo, mas se dois ou três bebés puderem sair do carrinho e sentar-se a comer com a família, porque não dar-lhes essa oportunidade? Se puderem evitar que a mãe ou o pai coma às pinguinhas enquanto dá a sopa ao filho, sentado no seu colo, porque não dar-lhes essa comodidade? Confesso que até ter filhos nunca tinha dado muita importância a isto. As coisas mudaram, efectivamente. Vocês podem não ter filhos, mas têm um estabelecimento comercial. Têm um restaurante ao qual todos os dias vão famílias almoçar e jantar. Famílias com bebés e crianças de colo. A meu ver, deveriam ter mais atenção aos vossos clientes, independentemente da sua idade. Deem-lhes mais conforto, comprem umas cadeirinhas. 

Obrigada,
Rita

P.S. - E já agora, um muda fraldas, também é pedir muito? 

Cadeira de refeição ANTILOP do IKEA
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sexta-feira, 16 de junho de 2017

Fiquei com o coração apertado

Como vos contei aqui e aqui, o meu parto não foi a coisa mais simples e rápida do mundo. Foram mais de trinta e cinco horas no hospital porque a Mel não parecia querer sair do ninho. Todas as dores valeram a pena para a ter junto a mim. Todas. O que são um ou dois dias de sofrimento se for para termos os nossos mais que tudo junto a nós durante uma vida inteira? Claro que sempre que me lembro dessas horas no hospital me apetece beber um shot de tequila (ou dois ou três) e esquecer. É normal, acho eu. 

Quando a Mel nasceu, tinha um hematoma muito grande na cabeça. Precisaram de usar a ventosa durante o parto e por isso ela ficou com algumas sequelas. Nada grave, explicaram-me que o organismo dela iria absorvê-lo nos dias seguintes. 

Dois dias depois do parto, tive alta. Estava tão entusiasmada por ir para casa. Para a nossa casa com a Mel. Apresentá-la ao Artur, ao Ziggy e ao Koy. Mostrar-lhe o quartinho dela. Todas as divisões da casa. Ficar aninhada do sofá com ela e com o Mr. Right. Na nossa casa. Quando me disseram que ela ia ter que ficar no hospital não consegui conter as lágrimas. A Mel estava amarelita, tinha icterícia. Explicaram-nos que é algo comum nos recém-nascidos mas no caso dela se devia também ao hematoma. À medida que o organismo dela absorvia o hematoma, os níveis aumentavam. Teve que fazer fototerapia. Começou com as chamadas "luzinhas" mas depois os valores aumentaram e tiveram que passar para um tratamento mais intensivo. Um aparelho que muito amavelmente trouxeram da Neonatologia e instalaram no quarto, para eu ficar sempre junto dela. De três em três horas fazia uma pausa no tratamento. Eu tinha apenas meia hora para dar-lhe de mamar e mudar-lhe a fralda. E estar com ela. Pouquíssimo tempo para um bebé que está a habituar-se a pegar na mama e para uma recém-mamã que só quer criar laços com o seu bebé. 



Por vezes tentava brincar e desanuviar com a situação, a dizer que tão pequenina já estava a preparar-se para o verão com umas sessões de solário. Mas no fundo custou-me muito. Vê-la assim, recém-nascida e tão frágil. Tão pequenina e num aparelho tão grande. Durante o dia fazia-me de forte e enchia-me de esperanças. À noite sentia-me sozinha e impotente e chorava. 


Todos os dias picavam-lhe o pezinho para colher sangue para análise. Todos os dias me diziam que tínhamos que ficar mais um dia. Saímos do hospital ao fim de uma semana. Estava muito grata a todos os pediatras, enfermeiros e técnicos que nos acompanharam - acho que ficámos a conhecer toda a equipa - mas estava de-se-jo-sa de ir para casa. Para a nossa casa. 

Quem mais já passou pelo mesmo? Custa, não custa? 

Rita
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quarta-feira, 14 de junho de 2017

A descoberta dos alimentos

A Mel tem agora nove meses e há algum tempo que lhe dou a experimentar alimentos sem ser na sopa. Quero que ela toque, esmague, brinque, cheire, lamba, prove. Conheça sabores, cheiros e texturas. Explore os alimentos e não tenha receio de experimentar nada. 




Até agora posso dizer que tem corrido bem porque não houve nada que lhe desse e ela rejeitasse veemente. Às vezes cospe de imediato, mas à segunda, ou terceira, ou quarta (ou décima), aceita e aprende a gostar. É preciso paciência? Muita! Mas é tão bom acompanhá-la nesta fase! A hora da refeição acaba por ser um dos nossos momentos preferidos. Ela é um bom prato - uma lateira como diz o meu pai - e eu adoro vê-la a comer e a brincar (e a javardar) na cadeirinha. Adoro preparar-lhe refeições apetitosas e um dos pratos preferidos é o Mini Mat para tornar tudo mais engraçado! 



Para além da sopa, tenho começado a dar-lhe outras refeições com massa, arroz ou batata. Com peixe ou carne. Com legumes. Tentamos que ela coma por ela mas para ser sincera, nem sempre resulta. Esta miúda que pega em TUDO o que vê à frente e leva à boca, parece que com a comida desliga qualquer coisa no cérebro. É curioso mas é verdade. Também acontece com os vossos? Costumamos ser nós a dar-lhe a comida à boca e só agora, aos poucos, ela começa a fazê-lo sozinha. 



Não, a Mel ainda não tem dentes. Mas tem umas gengivas boas e "duras de roer". Neste caso, duras para roer, eheh. Safa-se muito bem. Não, nunca se engasgou. Temos sempre esse receio, como é natural, mas também estamos sempre atentos. Por vezes não come tudo até ao fim e eu não insisto. Temos que perceber que o próprio mastigar é mais cansativo que comer a sopa passada. Para a frutinha no final tem sempre espaço na barriguinha. 

Tem sido um processo de descoberta, para ela e para nós. Uma das fases mais giras que temos passado juntos. E aí por casa, os vossos pequenotes também são bons garfos? Como tem sido a hora da refeição? 

Antes que me perguntem (eheh) o prato vermelho - Mini Mat - da Mel é da loja B de Amor, podem ver a página aqui ou então a loja física em Albufeira (Rua António Aleixo nº1)

Rita
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terça-feira, 13 de junho de 2017

Passito a passito

Podia estar a falar do novo hit latino que passa na rádio, mas não. Falo mesmo dos "primeiros passos" da Mel. Não, ela ainda não anda! Nem gatinha, a miúda. Para já só se vira, rebola e tudo mais que os bebés-polvo com esta idade costumam fazer. Mas lá por não andar não quer dizer que uma mãe não lhe possa calçar qualquer coisa gira, não é? Já vos disse que a Mel tem uma alergia ao calçado e é difícil arranjar algo que não arranque dos pés ao fim de dez segundos. Difícil, mas não impossível! 

Olhem só pra estas alpercatas agora para o verão! 
Passito a passito, cheia de estilo, han? 



Como estou a converter-me na típica mãe dos "conjuntinhos", tem uma gola e um ganchinho a condizer com as alpercatas (ai vida!)



Bem, o que é certo é que fica um amor com as alpercatas. A parte de cima - em tecido - é almofadada e a parte da sola - em crochet - é muito confortável. Mães de meninas e meninos, o que acham? Esperem só até ver os outros modelos da Maracujá Handmade:


Estes azuis de laçarote que dão para menino são super fofos, não são? 



Podem encontrar a página de facebook da Maracujá Handmade aqui ou o instagram aqui.  

Rita 
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segunda-feira, 12 de junho de 2017

Boiões para bebés, porque não?

Hoje em dia a alimentação dos bebés tem muito que se lhe diga. Ouvimos opiniões e mitos novos todos os dias. A meu ver cada mãe deve escolher o que acha melhor para os seus filhos. O importante é que cresçam felizes e saudáveis. No caso da Mel, sempre preferi fazer as sopas e purés de fruta em casa. Desde que começou a comer outras refeições, com massa, arroz, carne, peixe, legumes... também sou eu que preparo. 

A Mel tem nove meses e até agora nunca comeu um puré/papa de boião. Não tenho absolutamente nada contra mas nunca tinha sido preciso. Até agora. Este fim de semana fomos ao Santo Tirso Market. Já sabia que íamos passar lá o dia todo, ia ser uma confusão (mas das boas!) e as refeições dela não iam ser fáceis. O dia todo num mercado cheio de gente, com barraquinhas de um lado, workshops do outro? Uff. Decidi que não ia com taparueres de sopa atrás de mim. Decidi que não ia ter o stress de estar sempre à procura de algum sítio (se é que haveria algum) onde pudesse aquecer a sopa dela. Decidi que ia experimentar os boiões para bebés. Porquê? Porque me iam dar muito jeito! 

Claro que investiguei um bocadinho e escolhi uma marca que me pareceu boa. A Smileat tem boiões com comida para bebés na qual todos os ingredientes são 100% biológicos. Sem adicionados. Pareceu-me uma ótima opção e decidi experimentar. A Mel adorou! 





Este boião de vitela e legumes até tem um pouco de azeite extra virgem. 

"Passa para cá masé o pote"

Foi tudo rapadinho até ao fim, a carninha com legumes e o puré de fruta. Que delícia! 


Foi a primeira vez que comeu estes boiões e correu super bem. A minha opinião é que devemos descomplicar. Eu prefiro cozinhar em casa e fazer a comidinha da Mel mas quando não é possível ou é mais prático levar os boiões, porque não dá-los? Dão imenso jeito! Bem, mas e vocês, dão boiões aos vossos bebés? Qual é a vossa opinião? Contem-me tudo! 

Estes da Smileat podem encontrar à venda na loja online ou procurar os pontos de venda aqui

Rita 
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sexta-feira, 9 de junho de 2017

Belisquem-me, é já amanhã!!

O Santo Tirso Market da Amazing Bazaar é já amanhã e vai haver tanta coisa gira! Vem a Isabel Silva e o cão Caju, a Sofia Cotrim do programa "Mundo de Sofia" e a Stylista com mais de 50 marcas de vestuário, bijuteria e decoração! Não vão faltar concertos, workshops e outros espetáculos e a entrada é GRATUITA! Vemo-nos por lá?!


Vou levar a Mel comigo, vai ser o nosso primeiro mercado! Vamos ver se ela sai à mãe nas compras, ahahah. É que estamos a falar de muita coisa gira: The Blonde Mustache, Lavandiska Home Essentials, Minimalisbon, Summer Factory15, Caramello, Bow BestonWater, Peonia, CRU swimwear... entre tantas outras marcas de uma mãe (e mulher) perder a cabeça! Vá, mas também vamos a dois ou três workshops porque eu gosto sempre de aprender coisas novas! 



Já conhecem o programa? Vou deixar-vos aqui: 


Gostava mesmo de vos conhecer pessoalmente! Venham aproveitar o sábado em família e passem pelo Santo Tirso Market. Quanto aos miúdos, há um espaço só para eles com insufláveis, personagens da Disney, pinturas faciais... não preciso de dizer mais nada, pois não? Venham daí!

Até amanhã,
Rita


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quarta-feira, 7 de junho de 2017

Quero dar-lhe um irmão


Não sei quando, mas é algo que desejamos os dois. Um segundo filho. Dar-lhe um irmão ou uma irmã. Com quem aprenda a dar, a trocar e receber. Com quem brinque e cresça lado a lado. Com quem aprenda a dividir o amor, entre tantas outras coisas. Com quem discuta e faça birras, porque também faz parte. Com quem ria e chore.  Um irmão ou irmã a quem se ligue para sempre. Em quem confie de olhos fechados e conte para tudo. Para a vida toda. Em quem se inspire, e de quem se orgulhe. Um irmão ou irmã que possa respeitar e cuidar. Poder ser a mana mais velha. A responsável, mas também traquina. A mandona, mas também carinhosa. Nunca quisemos ter apenas um filho. Temos outros planos, outros sonhos. Tanto eu como ele sempre gostámos e sonhámos com uma família grande, uma casa barulhenta e uma mesa cheia. Aquele ruído de fundo que nos aquece o coração. Porque felizmente podemos e queremos. 

Um destes dias vamos dar-lhe um irmão. Ou uma irmã.



Rita


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