quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

6 razões para eu não praticar desporto


Atualmente existem cinco tipo de pessoas no que diz respeito à prática de exercício físico: 

  • as que adoram praticar desporto; 
  • as que não gostam de praticar desporto mas fazem-no porque sabem que faz bem à saúde;
  • as que "praticam" desporto para tirar selfies no ginásio e postar no instagram com legendas do tipo “No pain no gain 💪”;
  • as que odeiam praticar desporto e inventam mil e uma desculpas para não ir ao ginásio;
  • as que odeiam praticar desporto e não sentem qualquer tipo de remorso por isso

Como recém-mamã é claro que gostava de fazer parte de um dos dois primeiros grupos. Quem não gostaria? Caramba, até podia encaixar-me no último grupo, não mexer um músculo e não me importar nem um bocadinho com isso. Mas a dura realidade é que faço parte do quarto grupo de pessoas. Para quê esconder? Estas são algumas das principais “razões” pelas quais eu não pratico desporto:

  • Não sei usar os aparelhos do ginásio. Acham mesmo que vou passar vergonhas à frente daquela malta toda musculada? 
  • Não tenho roupa de desporto. Hoje em dia não podes ir ao ginásio com umas leggins velhas e uma tshirt rota! Há todo um estilo de roupa fitness com grande pinta.
  • Não tenho energia suficiente. Com uma bebé em casa sempre a precisar de cuidados, mais o trabalho, a casa e as tarefas que esta acarreta, sobra-me pouca energia para ir ao ginásio.
  • Não consigo encontrar um horário específico para treinar. De manhã é impossível. Levantar às 5h da manhã? Mas eu sou a Catarina Miranda da Rádio Comercial? Já ao fim do dia é tempo de estar com a família, como é uma pessoa pode sair de casa para ir fazer pernas? 
  • Nunca sei o que comer antes de ir treinar. E também não posso fazer exercício de estômago vazio. Mais vale não arriscar. 
  • Das vezes em que finalmente me decido a ir ao ginásio, não arranjo lugar para o carro. Hoje em dia há tanta gente a querer estar em forma que parece impossível encontrar estacionamento.


Bom, na realidade, isto não são desculpas. Eu quero fazer exercício. A sério!! Eu até tenho daqueles DVD’s de coreografias de fitness com instrutores brasileiros super bronzeados. E gosto de ver. Enquanto como as minhas Oreos. 


Rita

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quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Álbum de Família!

Olá, olá!

Bem-vindos ao Entre Fraldas e Mojitos! 


Um blog sobre uma família quase normal: a minha família. 
O meu nome é Rita, tenho 26 anos e sou mãe da bebé mais bonita do mundo. A Mel tem quatro meses e tem tanto de deliciosa como de reguila. Consegue ser doce e diabólica ao mesmo tempo, sorrir num minuto e chorar desesperadamente no seguinte. Deixar-me louca e apaixonada. Loucamente apaixonada. E claro, é super mimada por mim e pelo pai, o Mr. Right, meu namorado. O homem que me deu o melhor de todos os presentes e que me faz feliz todos os dias da minha vida. Somos muito diferentes um do outro mas combinamos que nem arroz com feijão. Não vivemos nenhum conto de fadas mas todos os dias nos esforçamos para termos o nosso próprio final feliz. 

Mas não nos ficamos por aqui! O Koy é o nosso gato mais velho. Foi o primeiro a chegar e talvez por isso se julgue o rei do lar. Antigamente era só ele e o Mr. Right e viviam os dois em perfeita sintonia masculina. “Era uma coisa de gajos”, diz-me o Mr.Right, como se estivéssemos a falar de uma relação super-hiper-incompreensível pelo sexo feminino. É o gato mandão e protetor da casa, é um rezingão e ao mesmo tempo muito mimalho. 

O Ziggy é o nosso outro gato, que mais parece um cão. Quando veio cá para casa tivemos que esconder as plantas porque só queria cavar a terra dos vasos. Se fosse cor de laranja podia chamar-se Garfield e se passar a manhã sem comer fica louco como se estivesse três dias à fome. Adora mimo e, claro, dormir. 

Last but not least, o Artur. O São Bernardo mais babão e delicioso deste planeta. Lembro-me de me encantar, em pequenina, com os filmes do Beethoven e imaginar-me a ter o meu próprio gigante. E assim foi. É o meu primeiro cão e um dos meus maiores amores. 

Juntos podemos ter os nossos momentos difíceis, e confesso que já me chatearam muito ao ponto de me apetecer levá-los de carro até ao meio de um monte, deixá-los lá e voltar para casa (e não estou a falar só dos animais) mas acho que a família é mesmo assim! 

Rita

Ilustração de Hélio Falcão

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